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by Rogério Mauri
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Publicado por Rogério Mauri em 08 Jun 2009 | sob: Editorial
O objetivo deste ensaio é confrontar duas modalidades de utilização de recursos de informática cuja decisão por uma ou outra será determinante para o sucesso ou fracasso do TCO.
Assim, apresento as duas modalidades que serão discutidas:
ACESSO REMOTO
Modo de utilização de recursos de informática através de estações conectadas a um servidor que pode ou não ser um servidor conjunto de aplicativos e dados. Necessariamente no modelo de acesso remoto o servidor disponibiliza os recursos da camada de aplicação ou regra de negócio. As estações de trabalho consomem os recursos de processamento dos servidores, bem como memória de trabalho, ficando apenas escravas de fluxo de dados e interpretação da interface com o usuário. A segurança, nesse modelo, é montada no próprio servidor através de diretivas de grupos e funções em árvores genealógicas de recursos, entidades e dispositivos (Active Directory, do Windows, por exemplo). Portanto, a camada de segurança é centralizada no contexto do domínio e servidor de aplicativos.
ACESSO COMPARTILHADO
Dentre os vários modelos de acesso compartilhado ou cliente/servidor, este trata-se do modelo de compartilhamento de banco de dados. As estações de trabalho são ‘inteligentes’, com a camada de aplicativo instalada e gerenciam as regras de negócios através do controle de versão dos sistemas instalados. Os servidores, nesse modelo, são servidores de banco de dados (usualmente SQL Server, Oracle, Firebird, etc) que compartilham conexões de acesso com as estações de trabalho. Há nesse caso uma camada adicional de segurança definida através de Firewall que faz o gerenciamento das portas de comunicação e protocolos de acesso em scripts customizados e documentados.
Na prática, os sistemas CASTec (Saúde), CEPTec (Vigilância) e CAPTec (Almoxarifado) utilizam o primeiro modelo de acesso e os programas CRHBio (Biometria) e LSBioPlus (Biometria) utilizam tanto um como outro.
Como é do conhecimento, as atuais versões dos produtos Licitec (CASTec, CAPTec e CEPTec) utilizam tecnologia Access com VB6 e essas tecnologias são seguras tão somente no primeiro modelo (acesso remoto). O acesso em base de dados compartilhada para a tecnologia Access não é recomendada, pois a plataforma Access não oferece boa segurança em redes (há riscos de comprometimento do banco de dados, caso a rede seja instável). Assim, nesse caso, o modelo mais indicado é o Acesso Remoto, pois tanto o banco de dados como o aplicativo estão instalados em um único local (o servidor).
Mas, como já anunciado, a próxima geração dos aplicativos Licitec contemplará tanto um como outro modelo, pois utilizará acesso a banco de dados SQL Server, que é uma plataforma adequada e especialmente desenhada para redes de computadores. Os sistemas LSBioPlus e Controle de Frotas foram desenvolvidos nessa nova teconologia.
ENTENDENDO A NOVA TECNOLOGIA
A Licitec Software, como parceira Microsoft, vem trabalhando dentro do conceito de programação “Cloud Computing”, ou, “Computação nas Nuvens”. É um conceito muito novo que chegou ao conhecimento de todos no ano passado, mas desde 2005 a Licitec já está trabalhando com isso (um exemplo é a utilização do Acesso Remoto com o CASTec. Esse modelo é um protótipo de ‘Cloud Computing’). E, deu muito certo… Demonstrou que estávamos no caminho correto. Principalmente em questões de TCO. O propósito da computação nas nuvens é a massificação de servidores operando independente da plataforma operacional, compartilhando recursos de processamento, memória e tráfego de rede. Enfim, o Desktop, como o conhecemos, está com os dias contados.
Assim, mesmo com o lançamento de uma nova geração de sistemas que possam utilizar tanto um modelo ou outro, irei aqui reforçar a tese de que o Acesso Remoto é a melhor opção para investimento em TI.
COMPARANDO OS DOIS MODELOS
No acesso COM BASE DE DADOS COMPARTILHADA:
. Sistema está instalado no Desktop (estação de trabalho), exigindo, a cada nova versão, atualização inloco (máquina a máquina).
. Estações de trabalho precisam estar atualizadas, para garantir compatibilidade com as ferramentas e sistemas.
. Estações atualizadas precisam também estar protegidas, com anti-virus e firewall para evitar comprometimento de toda a rede, além de uma rígida política de educação e monitoramento.
. Sistemas instalados no Desktop consomem tráfego de rede exponencial, pois requisitam dados do servidor de dados, além de colocarem em risco a segurança das informações que trafegam livremente na rede (se criptografar, a carga de processamento e tráfego aumentará de acordo com o código de criptografia utiliziado).
. Cada estação de trabalho precisará estar licenciada.
No acesso REMOTO (Modelo Terminal Service do Windows Server 2003/2008):
. Sistema está instalado no servidor de aplicativo rodando Windows Server e Terminal Service.
. Banco de dados poderá estar hospedado no mesmo servidor ou, no máximo, ter um servidor escravo para controlar o banco de dados (essa questão depende de uma análise de impacto entre a quantidade de terminais acessando o servidor de aplicativo, capacidade de processamento do servidor, tamanho do banco de dados, entre outras variáveis. Como regra geral, a performance precisa ser garantida e os servidores precisam ser tratados como tal: servidores).
. As estações de trabalho podem ser ‘burras’, por exemplo, com Linux instalado e um serviço que emule o acesso remoto. Consequentemente, o custo de manutenção de uma estação de trabalho envolvendo capacidade de processamento, memória, segurança, atualizações, etc, tende a próximo de zero.
. O consumo de tráfego de rede é mínimo, pois não há dados do banco trafegando na rede, apenas pequenos pacotes de imagens que emulam a interface do usuário. As sessões ativas são mantidas a um baixo custo de recursos da rede e o servidor gerencia todo o processo de forma autônoma.
. Apenas o servidor de aplicativos receberá os pacotes de atualização de versão dos programas (não precisa sair visitando máquina a máquina para atualizar versões).
. O custo de licenciamento, por dispositivo do Terminal Service, é menor do que o licenciamento individual do sistema operacional na estação de trabalho (há pacotes de licenciamento que contemplam opções de demanda ajustável).
CONCLUINDO
Desta análise, concluímos que desde 2005, quando a Licitec inovou com a proposta de implantação dos seus sistemas em Acesso Remoto, estávamos no caminho certo de simplificação, redução de custos e maximização de recursos. E esse foi um importante passo rumo à “Computação nas Nuvens”. A Licitec Software já faz parte do rol de parceiros que está testando a plataforma Azure da Microsoft e, podemos antecipar, a revolução será grande, mas trará muitos benefícios. Assim, em TI é preciso sempre estar “Um passo à frente, no futuro”; um slogan que adotamos desde a saída da base de desenvolvimento em COBOL e adotamos a Microsoft como parceira na construção dos nossos produtos.
Publicado por Rogério Mauri em 25 Fev 2009 | sob: Editorial
O mundo está em crise! Na verdade, apenas mais uma de tantas que já passamos e, com certeza, não será a última.
E por que essas crises se repetem? Muito simples… Porque na Natureza nada se cria, nada se perde; tudo se transforma. Esse é o princípio da reciclagem. A ‘Bolha Financeira’, como é conhecida, é o processo de criação de dinheiro e poder de compra que não existem no mercado (algo parecido com o ‘overbooking’ da aviação civil). Ela dura alguns anos, vai expandindo, expandindo, até que a tensão superficial que garante a ‘elasticidade da membrana da bolha’ se rompe e… ‘buuummm’…. o efeito já o conhecemos. Isso é Física!
A ‘energia positiva’ dos bons tempos agora se transforma em ‘energia negativa’ da crise. Poderíamos ainda citar a Lei da Ação e da Reação (3a. Lei de Newton).
Por que estou usando a Física para falar sobre crise Financeira? Porque aí está a chave para a compreensão desse ciclo financeiro.
Entendendo como funciona o ciclo você poderá se preparar e amenizar os efeitos da crise na sua vida financeira pessoal. Na explosão de uma bolha qual a partícula que menos sofre ou menos se desloca? Aquela que está mais próxima do centro da bolha! Ou seja, aquela que pela sua posição espacial tem uma visão mais abrangente daquilo que está à sua volta.
Então, o segredo é estar no centro da ‘bolha’? Isso mesmo… Em outras palavras, estar no centro da bolha é ter o domínio sobre a situação, conhecimento. Ter as rédeas nas mãos.
E quem tem o domínio sobre a situação? Ahh… esse é o outro ponto chave, mas como alavanca você teria que quebrar inúmeros paradigmas: falsas verdades que foram construídas na sua mente e que você as tem como padrões de conduta de vida.
Algumas falsas verdades:
- Dinheiro não traz felicidade.
- Preciso ter um emprego seguro.
- Para ter sucesso na vida, preciso construir uma carreira universitária.
- É preciso se concentrar em apenas uma coisa na vida.
- Deus ajuda a quem cedo madruga.
- blá.. blá… blá… (a lista é enorme)
Eu poderia aqui discutir cada uma dessas falsas verdades e o convenceria, mas antes seria preciso que você estivesse preparado para ouvir e essa é, de fato, a questão crucial. Vivemos em um mundo onde as pessoas não querem mais ouvir, acham que já descobriram tudo, são senhoras do seu destino e pronto, acabou… Procuram apenas encontrar um ‘jeitinho’ para melhorar o padrão de vida ou então encontrar a ‘bola da vez’ que as tornarão ricas e ‘felizes’ do dia para noite (até existe, mas não é do dia para a noite e quando descobrem que exige trabalho, desistem). Não irei incluir nessa lista aquelas pessoas que, infelizmente, ultrapassam os limites da ética, da moral e da legalidade. A bolha dessas pessoas é outra e os paradigmas são mais complexos.
Retomando então a linha de raciocínio, repentinamente a bolha estoura, e essas pessoas se vêem no turbilhão da crise tentando encontrar os culpados: O governo, a globalização, o presidente, o governador, a esposa, o marido, o pai, a mãe… Até Deus vira o culpado porque não teve a capacidade de segurar o diabo da crise pelo rabo.
Muito bem! Onde você se encontra neste momento? No centro da bolha ou no turbilhão da explosão? Você é daquelas pessoas que já sabem tudo ou você acha que ainda precisa aprender?
Então, alguém diz: “Oras, você vem falar disso em pleno Carnaval!!!!”
Desculpe-me, é que a bolha que irá estourar nos próximos anos já começou a inflar.
Concluindo, a resposta para a pergunta do título deste artigo está dentro de você, naquele conjunto de verdades que você construiu para si. Recicle-se.
Publicado por Rogério Mauri em 29 Dez 2007 | sob: Editorial

No próximo ano espero contar com a sua visita. Então, quero desejar a você e a toda sua família votos de prosperidade. Que você renove as energias e a confiança no seu trabalho. Que os obstáculos se transformem em desafios e que esses desafios o conduzam ao sucesso profissional.
Confie na sua capacidade, pois Aquele que tudo vê já o presenteou com as ferramentas necessárias para alcançar o sucesso e ser muito feliz.
Você já nasceu campeão.
FELIZ 2008 !